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Terra das Cataratas: REFORMA ADMINISTRATIVA E NOVOS NOMES DEVERÃO MARCAR GESTÃO CHICO 2021

Secretaria da Fazenda com Fernando Maraninchi; Turismo com Paulo Angeli; Comunicação Social com Adilson Borges e Licério Santos no “primeiro escalão”. Esses são os primeiros nomes que poderão ser confirmados a qualquer momento por Chico Brasileiro. Secretaria de Indústria e Comércio deverá ser desmembrada da pasta do Turismo e diretoria de Comunicação poderá voltar a ser secretaria.

Em Silêncio”: É o que se pode dizer da transição de gestão, da “velha” para a “nova”, do prefeito reeleito de Foz do Iguaçu, Francisco “Chico” Brasileiro (PSD). Em que pese a aparente calmaria, tem “cotoveladas” para todos os lados nos bastidores políticos da composição da equipe de governo do atual/futuro alcaide. E as mudanças não serão somente de nomes na composição de governo. Uma reforma administrativa, com desmembramentos e criação de secretarias municipais, deverá ocorrer.

Com a tranquilidade de que o próximo presidente da Câmara Municipal será eleito, seja ele quem for, entre seus aliados, Chico Brasileiro tem a tranquilidade de sequer precisar ver passar pela eleição da presidência do Legislativo local, assuntos como reforma administrativa e nomeação do primeiro escalão de seu novo governo. Claro que, para “acalmar os ânimos” de sua base de sustentação na “Casa de Leis”, o prefeito deverá atender as tradicionais e disfarçadas/dissimuladas (por serem, no mínimo, imorais) indicações de vereadores no Poder Executivo, mas não no primeiro escalão. Certamente o prefeito tem e terá ampla maioria no Legislativo.

Na Fazenda

Depois de um bom trabalho a frente do Foztrans, o discreto e competente advogado Fernando Maraninchi é nome dado como quase certo para chefiar a secretaria municipal da Fazenda de Foz do Iguaçu, pasta tida como “nevrálgica” no município, principalmente em tempos de, cada vez, mais falta de recursos.

Maraninchi deu mostras de competência na Gestão Pública no Foztrans e tem tudo para fazer o mesmo no novo desafio que deverá enfrentar na futura gestão municipal.

Recesso no Legislativo

Aparentemente, não deverá haver recesso Legislativo em janeiro de 2021. Parece que a ampla divulgação feita pelo O IGUASSU de que a nomeação de Assessores Parlamentares para vereadores, em pleno recesso parlamentar (sessões na Câmara Municipal só ocorrerão em fevereiro), custaria para a cidadania R$ 1,2 Milhão, fez com que, segundo uma fonte deste meio de comunicação, se tomassem medidas para “…encherem linguiça em janeiro na Câmara para nomear os assessores…”, dessa forma, “teria melado” o tal tradicional recesso. Porém, R$ 1,2 Milhão de “enchimento linguiça” continua sendo uma conta cara de mais para o contribuinte.

Eleições na Câmara – Tudo dominado

Existe disputa pela presidência do Legislativo local. São três os nomes que despontam como os mais fortes na disputa. Rogério Quadros do PTB (foto ao lado) vem trabalhando para novamente presidir a Câmara.

O vereador reeleito já divulgou que é pré-candidato a deputado estadual em 2022, pretensão essa que pode atrapalhar seu projeto de poder mais imediato, que une contra ele, dentro e fora da Câmara Municipal, outras pré-candidaturas a Assembleia Legislativa do Estado em 2022, as quais não querem ver o vereador reeleito sendo “projetado” na presidência da Câmara em 2021. E todos querendo o apoio do prefeito reeleito, para quem Quadros pode estar arrumando um problema…

Kalito (PSD) ficou em terceiro lugar entre os candidatos eleitos com mais votos para vereador em Foz

Kalito Stoeckl (PSD) é outro nome que está na disputa pelo comando do Legislativo. Jovem, da nova geração da política iguaçuense, o carismático vereador tem trabalhando de mangas arregaçadas pela presidência da Câmara, mas a falta de experiência na articulação nas “entranhas” da política na Câmara pesa contra ele que, apesar de ser do mesmo partido de Chico Brasileiro, não contaria com o apoio do prefeito.

Ney Patrício (PSD). Experiente na gestão Pública, hábil articulador político, já presidiu o Legislativo (2003 a 2004), foi secretário de Administração na atual gestão e, depois, de Fazenda de Chico Brasileiro.

Formado em Direito e em Contabilidade, ele possui muito boa relação com boa parte do quadro funcional próprio da Câmara. Dentre os favoritos, parece ser ele o que mais tem possibilidades de presidir a “Casa de Leis” dos iguaçuenses, salvo alguma “zebra” de última hora…

Chico 2021

Tranquilo e sem precisar com a Câmara Municipal, mas com necessidade de reaproximação com o governos Estadual, Federal e com a Itaipu, o grande desafio do prefeito Chico Brasileiro será compor ou reatar apoios políticos além das “fronteiras” do município, em razão do desgaste político pessoal durante a gestão dele que finda em 2020, desgaste, principalmente, em relação ao governo Federal, principal financiador, por meio da Itaipu, das necessárias obras estruturantes em execução no município, além de origem de fundamentais recursos para a Saúde, o Turismo e etc.

“Não dá mais para Chico (Brasileiro) se ‘esconder’ atrás de ‘pseudo-agendas’ cada vez que o presidente Jair Bolsonaro desembarca na cidade.”, cobra um presidente de partido que apoiou a reeleição do prefeito de Foz, partido esse que também é da base de sustentação de Bolsonaro.

É notório que esta dificuldade toda do alcaide da Terra das Cataratas em suas relações políticas, nos âmbitos Federal e Estadual, tem origem em seus posicionamentos de tempos em que era comunista declarado. Mas esse “viés” esquerdista do prefeito é coisa do passado ou está “guardada no armário” e, se realmente assim for (tomara que seja), que fique “guardada” lá para o bem de Foz do Iguaçu…

Parceiros”

Para a recomposição e reestruturação administrativa da nova administração Chico Brasileiro, estaria sendo considerada a importância do fortalecimento das relações institucionais (inexistentes ou estremecidas) durante o seu primeiro mandato.

Claro que para este processo de “realinhamento político”, será necessário espaço político no novo governo do prefeito reeleito para os “parceiros” que ele pretender ter, afinal, na política é assim (conquista de espaços) e a “campanha 2022” (de reeleição de deputados, senadores e governador), de fato, já começa…

Em suma, relações políticas foram o principal ponto negativo da primeira gestão do atual prefeito de Foz. E, dessa forma, deve-se levar em conta que:

Vermelho – Não dá para precisar a razão, mas é público que a relação de Chico Brasileiro vinha se estremecendo ao longo do tempo com o deputado federal, da base de apoio de Bolsonaro na Câmara dos Deputados,  Nelsi “Vermelho” Coguetto do PSD (foto ao lado) e rompeu-se de vez nas eleições de novembro passado, quando o parlamentar não apoiou seu companheiro de partido e deixou clara sua preferência pela candidatura de Paulo Mac Donald Ghisi (Podemos).

Tudo indica que não deverá haver um reatar de relações entre o prefeito e o deputado, pelo menos no curto prazo. Em política não existe nada definitivo, mas é muito difícil imaginar Chico Brasileiro no palanque de reeleição de Vermelho e, por isso, não se pode, infelizmente, esperar que o parlamentar de prioridade total para os projetos do alcaide dos iguaçuenses, afinal, para Vermelho, 2022 já começou também…

Giacobo – Sem dúvida o principal parlamentar apoiador da campanha de reeleição do prefeito de Foz, o deputado federal Fernando Giacobo do PL (foto ao lado) é uma importante porta política em Brasília para os interesses do município.

São vários os pontos estratégicos ocupados pelo PL na administração Jair Bolsonaro, a qual Giacobo apoia desde o início. Um desses “postos estratégicos” do partido de Giacobo no governo Federal, por exemplo, é a diretoria de infraestrutura do Ministério do Turismo, ocupada pelo ex-senador de Tocantins, Vicentinho Alves (PL), por quem passa a priorização das ações financiadas por recursos da pasta do Turismo para o país. O diretor do Ministério é da relação pessoal de Giacobo, e recursos para o Turismo são extremamente necessários em Foz do Iguaçu.

Giacobo e o PL/Foz atuaram de forma unida na reeleição do prefeito (Giacobo, dentre outras coisas, gravou vídeo de apoio a Chico Brasileiro e esteve até em carreata) e o deputado federal e o partido (que elegeu a vereadora Anice Gazzaoui) não deverão ser esquecido por Chico Brasileiro, afinal, além de tudo, voto é voto na Câmara Municipal…

Esperava-se que Giacobo fosse “emplacar” o nome de Francisco Pereira (e superintendente de Serviços da Itaipu) na secretaria de Turismo, mas nas últimas 48 horas isso parece ter sido descartado por Chico Brasileiro e não se sabe o que o prefeito destinará de “espaço político” para ter o importante apoio de Giacobo e do PL na Câmara Municipal. E não nos esqueçamos que o município precisa muito das emendas parlamentares de Giacobo também.

Paulo Martins – O PSC, apoiado por seu deputado federal do Paraná, Paulo Martins, o partido comandando localmente por Paulo Angeli (que atualmente preside o Conselho Municipal de Turismo), tal qual a Ave Fênix, ressurgiu das cinzas nas eleições municipais de novembro, elegendo um vereador (Valdir de Souza – Maninho) e está muito bem organizado localmente.

Deputado federal pelo Paraná, Paulo Martins é aliado de primeira hora” do presidente Bolsonaro e do governador Ratinho Júnior

O deputado Paulo Martins (PSC) é um dos mais fiéis parlamentares da base aliada de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, além de ser muito próximo ao governador Ratinho Júnior (PSD), relações essas do deputado que poderão contribuir para o reaproximar de Chico Brasileiro do governador do Paraná e para uma relação, pelo menos, “republicana” do prefeito de Foz com o presidente da República. E que venham mais emendas parlamentares de Paulo Martins para o município!

Paulo Angeli, presidente do PSC, é o idealizador do “Festiva das Cataratas” e preside o COMTUR

O PSC iguaçuense deverá ter Paulo Angeli ocupando o cargo de secretário de Turismo. Angeli é o idealizador do tradicional “Festival das Cataratas”, que em suas 15 ininterruptas edições (a primeira foi em 2006) trouxe mais de 50 Mil participantes para o evento local.

Itaipu – Fonte de recursos dos quais Foz do Iguaçu não pode prescindir, a Itaipu é comandada por um dos homens de confiança do presidente Jair Bolsonaro, o general Silva e Luna. Dessa forma, também é fundamental que Chico Brasileiro se aproxime do comando de Itaipu. Mais de R$ 1 Bilhão estão sendo investidos, por meio da binacional de energia, pelo governo Bolsonaro no município, e as relações do prefeito com o general, notoriamente, não são das melhores…

Recursos Estaduais

Ratinho – Mesmo sendo do mesmo partido (PSD) do governador Carlos Massa “Ratinho” Júnior (foto ao lado), o prefeito Chico Brasileiro também não está na relação de “melhores companheiros” do governador do Paraná. Ratinho, a exemplo de todos os “desafetos” políticos do prefeito de Foz (colecionados ao longo de seu atual mandato de prefeito de Foz), também é aliado de primeira ora de Bolsonaro.

O governo Estadual é, com o governo Federal e o município, uma das fontes “tripartites” da Saúde Pública local, inclusive enviando outros recursos para o custeio do extremamente oneroso Hospital Municipal, recursos de custeio esses, os quais, que mantém o hospital em funcionamento.

Bakri – Sempre se colocando a disposição de Chico Brasileiro, o deputado estadual Hussein Bakri (foto ao lado), líder do governador Ratinho Júnior na Assembleia Legislativa, é outro que muito poderia contribuir para um realinhamento do prefeito com o governador do Paraná, mas o parlamentar também nunca teve a devida “reciprocidade” de prefeito e estaria descontente com esta situação.

Apesar da importância da liderança que ocupa na base de Ratinho Júnior na Assembleia do Estado, tudo indica que Bakri, mais uma vez, não terá indicados no primeiro escalão do novo governo do prefeito reeleito. Na verdade, não se sabe sequer se o deputado terá espaço no segundo escalão de Chico Brasileiro e, assim, é improvável que Bakri, também agora em ritmo de reeleição em 2022, continue com a “parceria” com o prefeito reeleito e, consequentemente, poderá resolver não priorizar suas emendas parlamentares, como vem fazendo, para Foz do Iguaçu, cidade pela qual tem relação afetiva, desde o tempo em que aqui residiu e foi comerciante na Vila Portes.

SD Fruet – Quanto ao deputado estadual do PROS, Maurício “SD” Fruet (foto ao lado), é outro cujas convicções políticas (de “direita” e de alinhamento com o presidente Bolsonaro) devem ser motivos do afastamento político de Chico Brasileiro, tido pelo deputado SD Fruet (e por boa parte dos iguaçuenses) como “esquerdista”.

Firme em seus posicionamentos de “direita”, a única bandeira de Fruet que pode-se dizer não ser de “direita”, é a forte defesa da valorização e dos direitos dos servidores públicos, o que o mantém a certa distância do governador Ratinho Júnior e do prefeito Chico Brasileiro (outrora, nos tempos de comunista “assumido”, ferrenho defensor dos servidores).

Fruet, que tem tido intensa atividade parlamentar nas duas principais funções de um legislador (Criar leis e fiscalizar os atos do Executivo), mas apesar de seu distanciamento do reeleito prefeito, tem trazido recursos e feito importantes gestões de interesse do município, como, por exemplo, na viabilização do Colégio Militar de Foz do Iguaçu (antigo Colégio Estadual Bartolomeu Mitre) e luta para que outras duas unidades desta modalidade educacional sejam viabilizadas pelo governo do Paraná em Foz do Iguaçu. Tudo indica que Foz poderá ter mais 2 unidades desses Colégios Militares em 2021.

O parlamentar também tem tido importante papel na obtenção de recursos para a Saúde do município e são para Foz do Iguaçu as mais expressivas quantias de recursos de emendas parlamentares destinadas por ele, que deverá concorrer a reeleição em 2022 e, portanto, natural que também de foco em sua atuação parlamentar, onde tiver uma maior “reciprocidade” política.

Comunicação – Adilson Borges (foto lateral). Esse é o nome que vem circulando como sendo o provável novo diretor da Comunicação Social de Foz do Iguaçu (a diretoria, a princípio, deverá retornar a ser secretaria municipal).

Borges atuou na campanha a prefeito de Nelton Friedrich (PDT) nas eleições de novembro deste ano e, apesar de não ser indicação de partido aliado da base de apoio de Chico Brasileiro, ele tem sido apontado como o mais forte candidato para comandar a área para qual nunca foi dada a devida importância na gestão do atual prefeito.

Borges possui um blog no qual prepara e divulga releases jornalísticos e atua também como fotógrafo. Seu “foco” é a área do Turismo e sempre deixou claro (em seus espaços pessoais nas redes sociais) seu apoio a esquerda, como o foi na eleição municipal (quando atuou na campanha do PDT) e em ralação a Fernando Haddad (PT) e Manuela (PCdoB) nas eleições presidenciais de 2018 (vencidas por Bolsonaro), o que parece ser o único ponto que pode ser desfavorável ao nome do competente blogueiro.

Mas há quem diga que o fato de Borges ser de “esquerda” isso, na verdade, o ajuda, pois o prefeito Chico Brasileiro “ainda tem sangue de comuna nas veias…”, destaca nossa fonte palaciana.

MDB – Por sua vez, o MDB do ainda vice-prefeito Nilton Bobato (ex-PCdoB), deverá emplacar no primeiro escalão do novo governo do prefeito reeleito de Foz, o nome do respeitado empresário do Turismo Licério Santos (foto ao lado), que preside localmente o MDB.

É provável que o empresário, que também foi cotado para a pasta do Turismo, ocupe a Foztrans, para onde também tem como nome muito bem cotado Reginaldo Silva (atual secretário de Segurança, ou o Fozhabita, especula-se.

O certo que Licério Santos deverá estar no primeiro escalão do governo, do qual, provavelmente, também fará parte Nilton Bobato, que hoje ocupa a secretaria de Saúde (Bobato deve permanecer no governo, talvez não na Saúde, e passará o cargo de vice-prefeito para o “Delegado” Francisco Sampaio, eleito vice de Chico em novembro).

E tem os vencedores e derrotados de novembro de 2020

E Chico Brasileiro tem ainda que “acomodar” os aliados do PTB (elegeu 2 vereadores) e Podemos (elegeu 1 vereador), fora outros partidos que correram e/ou correrão para o “colo” do prefeito reeleito. Além disso, Chico Brasileiro terá que se incomodar com quem virou “viúva política”, a exemplo de vereador não reeleito Beni Rodrigues – PSB (atual presidente da Câmara Municipal), nas últimas eleições, que estão “babando” por um “espaço político”, com respectivo contracheque mensal, claro…

Pandemia Política”

Chico Brasileiro reúne todas as condições necessárias para se rearticular politicamente, nas “esferas” situadas fora das fronteiras do município. E precisa fazer isso!

Os, há muito, combalidos cofres municipais “sangraram” como nunca em 2020, em razão de gastos milionários na Saúde para a recuperação de milhares de pessoas infectadas pelo Covid-19, e esses gastos, tudo indica, continuarão durante não se sabe quanto tempo, escasseando ainda mais recursos do erário, necessários para investimentos em outras áreas da própria Saúde (que está, dentre outros problemas, com cirurgias eletivas comprometidas pelo atendimento de infectados na Pandemia) e de outras pastas governamentais.

Já estamos, admita-se ou não, na segunda onda da Pandemia do Covid-19 no país, e em Foz do Iguaçu a situação é muito pior do que na média dos demais municípios (de características similares) do país. Passou da hora de Chico Brasileiro se “desapegar” de seu passado de militância comunista e priorizar totalmente os interesses do município, por meio, goste ele ou não, de boas relações com políticos que já atuaram e se dispõem a continuar a contribuir com a Terra das Cataratas!

(Da Redação do O IGUASSU)

1 Comentário em "Terra das Cataratas: REFORMA ADMINISTRATIVA E NOVOS NOMES DEVERÃO MARCAR GESTÃO CHICO 2021"

  1. Luiz Carlos silva | janeiro 1, 2021 at 9:40 am | Responder

    A Gleisi estava dando loas ao PSD. O PSD volta ao lugar de onde nunca saiu: as asas protetoras do mesmo movimento que criou partidos tão iguais. Lembro que a direita para não ser mais uma esquerda, deve constituir urgentemente a sua pauta; primeiro reeleição de Bolsonaro, para que isso tenha fundamento, portanto, é necessário que discuta modelos econômicos em cada município e separar os modelos econômicos do Estado, misto e privado. E por aí vai.

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