O coletivo existe desde 2017 e debate vários temas relacionados à vida das mulheres. Nesse contexto, nasceu o projeto “Tá no ciclo”.
“Muitas mulheres além de não terem absorvente, não têm água encanada em casa. Então é um problema estritamente ligado à desigualdade social”, disse Valentina. Uma consequência desse problema é a evasão escolar. Além disso, a pobreza menstrual é um problema de saúde. “Uma vez não tendo o produto adequado e precisando conter o fluxo, acabam utilizando outros objetos que não são adequados, tais como: papel higiênico, jornal e acaba comprometendo a saúde íntima delas”.
Segundo informações divulgadas pelo TJ-PR, a estimativa é de que 374 mil meninas adolescentes não possuem acesso a absorventes no Paraná. Valentina Rocha aponta como caminho de combate à pobreza menstrual o desenvolvimento de políticas públicas.
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