Expectativa dos iguaçuenses por renovação de seus representantes começa com uma grande frustração: mais um escândalo!

Na terça-feira, dia 2, será realizada a primeira “sessão ordinária” ordinária do Legislativo neste ano. A mesa diretora, sob comando do presidente Ney Patrício, aliado do prefeito, logo no início das atividades parlamentares, já tem um grande problema pela frente: o primeiro grande escândalo político da política na “Terra das Cataratas” em 2021.

O comando do Legislativo deverá se posicionar diante de fatos gravíssimos que envolvem um dos membros da Câmara Municipal, o vereador e advogado Jacy “Dr.” Freitas  (foto ao lado), do partido do prefeito Chico Brasileiro, o PSD. O IGUASSU recebeu neste final de semana, informações (inclusive áudios) que comprovariam possível compra de votos e vazamento de áudios em que o vereador desdenha dos eleitores.

A conduta do Dr. Freitas e pode configurar quebra de decoro parlamentar, além de possível fraude eleitoral, infidelidade partidária e supostos crimes de calúnia e difamação, coloca novamente em xeque a imagem do fragilizado Poder Legislativo local.


“O Chico é um pilantra, vagabundo. Chico, Ney Patrício e Kalito são três ladrão!”

Em áudio pelo O IGUASSU, o vereador Dr. Freitas ataca o prefeito reeleito Chico Brasileiro e a dois vereadores eleitos (Kalito e Ney Patrício – presidente da Câmara Municipal) todos do mesmo partido dele, o PSD. Além dos ataques aos companheiros de seu partido político, o edil declarou que votaria no candidato da oposição a prefeito. “O meu voto é do Paulo. O Chico é um pilantra, vagabundo. Chico, Ney Patrício (hoje vereador) e Kalito (hoje vereador) são três ladrão!”.

“Caso o Freitas (vereador), que é advogado, não consiga provar que o prefeito, o presidente da Câmara e o vereador Kalito sejam ‘ladrões’, ele, que é advogado experiente, poderá ter sua situação agravada. Ele não pode alegar que não sabia do que estava falando ou que foi força de expressão. O prova, ou vai se dar mal!”, disse uma fonte do O IGUASSU na sede do Poder Executivo iguaçuense.

OUÇA O ÁUDIO:


Compra de votos

Parte do que seriam provas (áudios) sobre suposta compra de votos envolvendo o vereador Jacy Freitas já estariam circulando nas redes sociais, revelando o possível esquema do vereador, pelo qual teria sido oferecido dinheiro em troca de votos nas eleições de novembro de 2020.

Pela descrição dos fatos narrados nos áudios, Dr Freitas contratou coordenadores em determinadas regiões para fazer lista de pessoas com nome, número do título e urna de votação. Os coordenadores recebiam o dinheiro para entregar ao eleitor. “A pessoa que assinar ali ganha 50 reais. Daí, se ele ganhar (for eleito), a pessoa ganha mais 50 reais. Então pra ele ganhar a gente tem que votar nele. Ele está pedindo nome e sessão. Então é capaz dele pesquisar depois na lista e ver quem não votou e aí não dá o dinheiro”, consta em um dos áudios.


OUÇA OS ÁUDIOS DO “ESQUEMA” DE COMPRA DE VOTOS:

Áudio 1
Áudio 2
Áudio 3

 

Vereador xinga eleitor e áudio é vazado

Dr Freitas se incomodou com uma liderança do Porto Meira que pelo whatsapp o procurou para reivindicar melhorias no setor de saúde, visto que o vereador é do bairro. Ao avisar um assessor para dar retorno ao cidadão, Dr Freitas se confundiu e enviou o áudio para a liderança comunitária. “Gabriel, vê o que esse cara quer pra ele parar de me perturbar, senão eu vou bloquear esse cara aí, que está desde o ano passado me perturbando”, disse o vereador.

O assunto repercutiu nas redes sociais, sendo divulgado com amplo acesso e compartilhamentos, mediante matérias publicadas no site Tribuna Popular e página Paraná Pop no Facebook. Ainda nos áudios, a liderança ofendida expressa sua indignação:

“Todo mundo sabe que eu sou voluntário e ajudo as pessoas nos conselhos e na área da saúde. Fiquei indignado porque enviei uma mensagem ao Dr. Freitas pedindo apoio para resolver um problema e ele conversou com o assessor dizendo que eu estava perturbando. Esse cara se elegeu pelo bairro, os moradores pedem ajuda e ele diz que está sendo perturbado. Beleza, o povo tem o vereador que merece. Não sei quem votou nesse cara”.

OUÇA O ÁUDIO:


Maria da Penha

A investigação de violência doméstica está na Delegacia da Mulher onde a esposa decidiu romper o relacionamento e denunciar as agressões. O caso avançou para pedido de medida protetiva para que Jacy Freitas se mantenha longe da ex-mulher e dos filhos. Não há mais detalhes por estar em “Sigilo de Justiça”. Pesam também outros processos contra o vereador, dentre eles de estelionato.

Ainda segundo fontes do O IGUASSU, a Câmara Municipal teria recebido um expediente do Judiciário determinando a retenção de 30% do salário do vereador Dr. Freitas, a serem destinados a ex-esposa.

E tem mais…

O IGUASSU também recebeu informações de suposta fraude, de origem previdenciária, que teria sido praticada pelo vereador Dr. Freitas, as quais estamos checando antes de levar a público.

Por fim

Com a palavra o presidente da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, vereador Ney Patrício (PSD), e o Ministério Público do Paraná.

Contraditório:  Este Portal de Notícias, desde já, está ao dispor do vereador Dr. Freitas, caso o mesmo aqui deseje se manifestar sobre o conteúdo que nesta publicamos.
(Da Redação do O IGUASSU)

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5 thoughts on “Foz do Iguaçu: ESCÂNDALO MARCA INÍCIO DE 2021 NA “CASA DO POVO””
  1. Juntando: pilantra, vagabundo e ladrão, os três adjetivos, para três pessoas, vindos de um político, um homem adulto e com ‘ensino superior e provavelmente ‘pai de família, pode ter vários significados no mesmo círculo do fenômeno, porque é um fenômeno de proporções graves no mundo político e não à sociedade ou, à economia da cidade.
    – Os significados são: primeiro, que Freitas, não estava em seu juízo perfeito, por vários motivos – horríveis -, que acontecem à pessoa, em um minuto, um dia ou, uma semana.
    – Segundo, que Freitas reagiu de forma pública, à intimidade do que ocorre nos diretórios dos partidos, que são os atritos frequentes.
    – Terceiro, que realmente Freitas, seja um homem íntegro ‘demais, para a política local e tudo o que ele diz, é verdade, entretanto, se é verdade para os três que ele identifica, também é verdade para todo o partido e aliados: é um momento eleitoral de busca de votos.
    – Quarto, assim como o fenômeno negativo de Reni e vereadores; assim como o fenômeno restaurador da câmara de Rogério e depois, menos restaurador com Beni, talvez, haja a necessidade, de uma espécie de ‘engenharia de comportamento (da sociedade falante) de um novo fenômeno, desta feita, sobre um vereador, contra elementos determinados do legislativo e executivo.
    – Quinto, motivos como inveja, ciúmes, emocional alterado, etc., perdem, para a frieza da lei. Que analisa duas possibilidades: uma, de difamação contra três homens públicos cuja prova é a própria difamação gravada e outra, que requer provas de os três difamados, sejam ladrões.

    É certo que provar roubo, sem que haja boletins de ocorrência ou testemunhas que se sentiram roubadas e que queiram denunciar o roubo, nos parece uma impossibilidade. Ou, meia impossibilidade, se o curso tomar outro rumo, que não seja o roubo, que é exatamente do que acusam Lula, de haver roubado a Nação, no entanto, as provas objetivas, concretas (testemunho de Palloci), nunca são consistentes, pois que, neste caso não interessa à Nação, uma prova de sua própria debilidade.
    – De outra forma, roubo, pode ser compartilhado precisamente com aqueles que poderiam se sentir roubados e são compensados em contrapartida. Logo é um inferno.
    – Desta forma, sobram elementos circundantes como: compra de votos etc. Mas quem recebeu o dinheiro – pelo voto –, igualmente, tem que declarar em público e isso, é uma outra impossibilidade.

    Quanto ao legislativo, ficar em pior ou melhor situação isso é tautologia pura. A história do legislativo municipal é a prova de que o poder municipal, indicado por poderosos é imune à realidade econômica e social e apenas responde à política que é absolutamente insubstancial e impotente para assuntos sérios ao município.

  2. Amigo,enquanto houver pessoas que defende a corrupção Foz sera essa catástrofe.
    Freitas é do psd e traiu o partido voltando-se contra o prefeito e apoiando O OUTRO.
    Pagou para que pessoas pudessem votar no mesmo :
    A aquisição ilícita de pleito, popularmente conhecida como compra de votos é uma prática eleitoral dolosa e ilícita, não necessariamente explícita, de adquirir votos em troca de bem ou vantagem de qualquer natureza, inclusive empregos, funções públicas, presentes e influências políticas.

    onde esta integridade nisso

    Freitas é mais um.

  3. Desculpem, editor e leitores, não havia ouvido os dois últimos áudios. Sinceramente, lembrei de minha filha e doeu no coração, o mesmo sotaque, a mesma voz jovem, as mesmas dúvidas! O que fazem com os nosso jovens? Não responda, pense!

  4. Tá e ele mentiu? Não houve compra de votos para a majoritária em Foz? Os citados são inocentes? Foz está sendo bem administrada?

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